Últimos dias para enviar sua atividade sobre as Grandes Navegações.
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Bruno Felipe Araujo Soares
Quando Pedro Alvares Cabral embarcou no Brasil os índios ficaram surpresos por verem povos que nunca tinha vistos.
Os Portugueses fingiam que eram amigos e tinha uma famosa planta aqui chamada pau-brasil que fazia tinta.
Os portugueses aproveitaram da inocência dos índios e os escravizou. E mataram milhares de índios.
Feito por: Bruno
Alunos:Liliane Silva Pádua e Matheus Pádua de Sá
Grandes Navegações
O que foram as grandes navegações?
As grandes navegações foram um conjunto de viagens marítimas que expandiram os limites do mundo conhecido até então. Mares nunca antes navegados, terras, povos, flora e fauna começaram a ser descobertas pelos europeus. E muitas crenças passadas de geração a geração, foram conferidas, confirmadas, ou desmentidas. Eram crenças de que os oceanos eram povoados por animais gigantescos ou que em outros lugares habitavam seres estranhos e perigosos. Ou que a terra poderia acabar a qualquer momento no meio do oceano, o que faria os navios caírem no nada.
Os motivos
O motivo poderoso que fez alguns europeus desafiar o desconhecido, enfrentando medo, foi a necessidade de encontrar um novo caminho para se chegar às regiões produtoras de especiarias, de sedas, de porcelana, de ouro, enfim, da riqueza.
Motivo de eles terem medo do mar.
Eles acreditavam que a Terra era achatada; que se afastasse muito do litoral cairia num abismo; ou que se quando atingisse a linha do Equador a agua ferviam e também que o mar era habitado por monstros terríveis.
O que significa as cruzes vermelhas nas velas da caravela?
Uma das preocupações dos navegadores portugueses era a de espalhar a religião cristã no mundo. Por isso, nas velas de suas embarcações, existia a cruz da Ordem de Cristo.
Alunos:Liliane Silva Pádua e Matheus Pádua de Sá
Flávia Nayara De Lima - 7ºano2
As Grandes Navegações de Portugal
História(Tereza Cristina)
Dirigido por: Edinho Poscidonio
Dentre os acontecimentos que assinalaram a passagem para os tempos modernos, destacam-se, pela profundidade de suas conseqüências, as Grandes Navegações.
Nessa época, os europeus contornaram a África, estabeleceram novas rotas comerciais com o Oriente, circunavegaram o mundo e chegaram às Américas. Reconhecido como o primeiro passo no complexo processo de globalização do planeta, o expansionismo marítimo possibilitou aos europeus o domínio de várias regiões do mundo durante um longo período.
De forma geral, podemos dizer que os europeus foram impelidos a empreender as Grandes Navegações por duas razões econômicas: a necessidade de expandir o comércio e de obter grandes quantidades de metais preciosos.
Entretanto, nem só de causas econômicas se faz a história. Havia também naquelas circunstâncias uma influência de outros estímulos pessoais, espírito de aventura e fervor religioso. Na Península Ibérica, por exemplo, disseminou-se a idéia de que, uma vez expulsos os muçulmanos do território, seria preciso propagar a fé cristã por todas as regiões do mundo.
Reunidos esses anseios, o Estado moderno, com sua monarquia fortalecida e unificada, surgiu como instrumento capaz de concretizá-los. Graças ao apoio da burguesia, aos impostos cobrados da população e aos empréstimos contraídos junto aos banqueiros, o rei pôde reunir o capital necessário para financiar as viagens marítimas.
Já vimos que o comércio, tendo ressurgido na Europa a partir do século XI, vinha crescendo rapidamente, estimulado em grande parte pela abertura do Mediterrâneo e pelo restabelecimento dos contatos com o Oriente, após as Cruzadas. Esse crescimento, que havia sido interrompido em virtude da crise do século XIV, foi retomado em seguida, ainda com mais vigor.
No início do século XV, era intenso o comércio de produtos orientais: as chamadas especiarias – cravo, canela, pimenta – seda e outros artigos. Esses produtos eram trazidos do Oriente pelos árabes até os portos do Mediterrâneo, onde eram comprados, principalmente, pelos mercadores da península Itálica, que os revendiam na Europa. Esse quase monopólio encarecia muito os artigos orientais. Impedidos de efetuar negócios mais lucrativos, os comerciantes de outras regiões começaram a procurar no Atlântico a saída para esse entrave.
Nessa época, os europeus contornaram a África, estabeleceram novas rotas comerciais com o Oriente, circunavegaram o mundo e chegaram às Américas. Reconhecido como o primeiro passo no complexo processo de globalização do planeta, o expansionismo marítimo possibilitou aos europeus o domínio de várias regiões do mundo durante um longo período.
De forma geral, podemos dizer que os europeus foram impelidos a empreender as Grandes Navegações por duas razões econômicas: a necessidade de expandir o comércio e de obter grandes quantidades de metais preciosos.
Entretanto, nem só de causas econômicas se faz a história. Havia também naquelas circunstâncias uma influência de outros estímulos pessoais, espírito de aventura e fervor religioso. Na Península Ibérica, por exemplo, disseminou-se a idéia de que, uma vez expulsos os muçulmanos do território, seria preciso propagar a fé cristã por todas as regiões do mundo.
Reunidos esses anseios, o Estado moderno, com sua monarquia fortalecida e unificada, surgiu como instrumento capaz de concretizá-los. Graças ao apoio da burguesia, aos impostos cobrados da população e aos empréstimos contraídos junto aos banqueiros, o rei pôde reunir o capital necessário para financiar as viagens marítimas.
Já vimos que o comércio, tendo ressurgido na Europa a partir do século XI, vinha crescendo rapidamente, estimulado em grande parte pela abertura do Mediterrâneo e pelo restabelecimento dos contatos com o Oriente, após as Cruzadas. Esse crescimento, que havia sido interrompido em virtude da crise do século XIV, foi retomado em seguida, ainda com mais vigor.
No início do século XV, era intenso o comércio de produtos orientais: as chamadas especiarias – cravo, canela, pimenta – seda e outros artigos. Esses produtos eram trazidos do Oriente pelos árabes até os portos do Mediterrâneo, onde eram comprados, principalmente, pelos mercadores da península Itálica, que os revendiam na Europa. Esse quase monopólio encarecia muito os artigos orientais. Impedidos de efetuar negócios mais lucrativos, os comerciantes de outras regiões começaram a procurar no Atlântico a saída para esse entrave.
Feito por: Flávia Nayara De Lima 7ºano2
Trabalho de PEDRO HENRIQUE;
As caravelas foram um avanço para Portugal e o mundo como o primeiro veiculo aquático que
Graças a esta descoberta hoje temos barcos mais modernos como navios e iates.
A caravela foi aperfeiçoada durante os séculos XV e XVI. Tinha inicialmente pouco mais de 20 tripulantes. Era uma embarcação rápida, de fácil manobra, capaz de bolinar e que, em caso de necessidade, podia ser movida a remos. Com cerca de 25 m de comprimento, 7 m de boca (largura) e 3 m de calado deslocava cerca de 50 toneladas, tinha 2 ou 3 mastros, convés único e popa sobrelevada. As velas latinas (triangulares) permitiam-lhe bolinar (navegar em ziguezague contra o vento). Gil Eanes utilizou um barco de vela redonda, mas seria numa caravela (tipo carraca) que Bartolomeu Dias dobraria o Cabo da Boa Esperança em 1488. É de salientar que a caravela é um desenvolvimento dos portugueses.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Trabalho de Laura Maria
As grandes navegações iniciaram com a expansão do comercio.Os navegantes tinham um teoria de que em algum lugar do mar ou oceano eles ia encontrar os monstros que as pessoas diziam que tinham. Algumas pessoas não tinham medo porque eles tinham o seu destino que era trazer mercadorias de um lugar para outro.
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GRANDES NAVEGAÇÕES
Século xv navegações- versão simples para blog
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